Blog inspirado no Amor e na Sabedoria. Indicações de Leitura; Música; Arte e tudo o mais com o que Deus contemplou a Humanidade: "Disse Deus: Haja luz e houve luz." - "Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...» (Rubem Alves) JESUS ALEGRIA DOS HOMENS
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Biblioteca Volante
Seria muito bom revitalizar a Biblioteca Volante em outros Estados
Prefeitura leva livros neste sábado a Realengo para facilitar pesquisas e leitura
Enquanto a Biblioteca Volante João Antônio conclue inventário anual de seu acervo, para retorno depois do dia 30 a bairros das zonas Norte e Oeste, uma Kombi da Secretaria Municipal de Cultura com cerca de 600 livros sobre diversos assuntos estará neste sábado, dia 11, em Realengo, para facilitar pesquisas e leitura no local.
Na esquina da Rua Professor Carlos Wenceslau, 859 – Rua do Imperador, o atendimento aos interessados será gratuito, até 15h, a convite dos organizadores do III Mutirão de Cidadania, que oferece outros serviços de utilidade pública.

A biblioteca volante voltará na primeira semana de julho a seu roteiro habitual, para empréstimo gratuito de livros a adultos e a menores, com documentos dos pais ou responsáveis e sua autorização por escrito.
Mais informações sobre a programação semanal dos cinco bairros visitados pelo telefone 2482-3086 ou diretamente na sede da biblioteca, em Irajá, na Avenida Monsenhor Félix, 512, de segunda a sexta, entre 9h e 17h.
Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, 10 de junho de 2011.
De Volta Ao Passado
Edição do dia 08/08/2012
08/08/2012 09h31- Atualizado em 08/08/2012 09h31
08/08/2012 09h31- Atualizado em 08/08/2012 09h31
De volta ao passado: bolo da vovó vira moda e faz sucesso em SP
O bolo simples, ainda quente, recém saído do forno pede uma xícara de café e dá sinais do passado, como uma fotografia antiga.
Neide DuarteSão Paulo, SP
Para tomar café com bolo em um fim de tarde, é preciso, antes de tudo, tranquilidade. É preciso ter calma para poder voltar no tempo e sentir outra vez, o gosto da infância. Nesses bolos redondos, esses com buraco no meio que a mãe da gente fazia e que antigamente se chamava apenas bolo, assim sem sobrenome.
“Todo mundo que entra aqui fala: ‘Que casinha fofa, que cheiro bom, que cheiro da infância, cheiro da casa da minha avó, que cheiro da casa da minha mãe. Faltava muita simplicidade na vida do paulistano, eu acho que hoje em dia as coisas estão se voltando para simplicidade”, Renata Grosso Frioli, dona de uma confeitaria.
Simplicidade lembra latinhas com plantas no quintal, relógio cuco na parede, coador de pano, xícaras de ágata e a máxima de todo armazém antigo: fiado só amanhã. O bolo de maior sucesso do armazém é o bolo de nada.
“É um bolo super básico de todo dia, farinha, açúcar, leite, manteiga, nada mais. Você dá uma mordida e se lembra de um sabor, ou de um perfume, de não sei quando, é muito forte. Tudo bem, você acha legal uma coisa mais sofisticada, tudo isso, mas para o seu dia a dia, esse simples fala muito forte”, diz Heloisa Bacellar, chef de cozinha.
Atrás da simplicidade perdida é que as três amigas vieram até ao armazém para tomar café com bolo. “Nós estamos adorando, por causa do bolinho e do pão de minuto, que é uma maravilha, muito gostoso”, fala Talia Carbage Orlando, aposentada.
“Isso aqui leva a gente de volta ao passado. Eu sou do interior, do interior de São Paulo mesmo. A minha casa era assim, simples, essas plantas, não tinha grandes vasos, grande coisa e o bolo, o pão e esse bolo, eu faço até hoje na minha casa” conta Helena Marchiori Silva, aposentada.
Entrar nestes espaços é como entrar nos espaços da memória. “Eu fico super emocionada, porque é como se fosse Minas, lembra Minas. Só lembrança boa da minha infância, da minha juventude. É muito gostoso”, fala emocionada Maria Cristina Oliver.
Em apenas uma das docerias são vendidos cerca de 250 bolos inteiros por dia, como sabores bem simples: fubá, laranja, cenoura. Ou bolo de bolo. Nada de chantilly e recheio duplo, no máximo calda de chocolate no bolo de cenoura.
“Todo mundo que entra aqui fala: ‘Que casinha fofa, que cheiro bom, que cheiro da infância, cheiro da casa da minha avó, que cheiro da casa da minha mãe. Faltava muita simplicidade na vida do paulistano, eu acho que hoje em dia as coisas estão se voltando para simplicidade”, Renata Grosso Frioli, dona de uma confeitaria.
Simplicidade lembra latinhas com plantas no quintal, relógio cuco na parede, coador de pano, xícaras de ágata e a máxima de todo armazém antigo: fiado só amanhã. O bolo de maior sucesso do armazém é o bolo de nada.
“É um bolo super básico de todo dia, farinha, açúcar, leite, manteiga, nada mais. Você dá uma mordida e se lembra de um sabor, ou de um perfume, de não sei quando, é muito forte. Tudo bem, você acha legal uma coisa mais sofisticada, tudo isso, mas para o seu dia a dia, esse simples fala muito forte”, diz Heloisa Bacellar, chef de cozinha.
Atrás da simplicidade perdida é que as três amigas vieram até ao armazém para tomar café com bolo. “Nós estamos adorando, por causa do bolinho e do pão de minuto, que é uma maravilha, muito gostoso”, fala Talia Carbage Orlando, aposentada.
“Isso aqui leva a gente de volta ao passado. Eu sou do interior, do interior de São Paulo mesmo. A minha casa era assim, simples, essas plantas, não tinha grandes vasos, grande coisa e o bolo, o pão e esse bolo, eu faço até hoje na minha casa” conta Helena Marchiori Silva, aposentada.
Entrar nestes espaços é como entrar nos espaços da memória. “Eu fico super emocionada, porque é como se fosse Minas, lembra Minas. Só lembrança boa da minha infância, da minha juventude. É muito gostoso”, fala emocionada Maria Cristina Oliver.
Em apenas uma das docerias são vendidos cerca de 250 bolos inteiros por dia, como sabores bem simples: fubá, laranja, cenoura. Ou bolo de bolo. Nada de chantilly e recheio duplo, no máximo calda de chocolate no bolo de cenoura.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
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O bolo simples, ainda quente, recém saído do forno pede uma xícara de café e dá sinais do passado, como uma fotografia antiga.