Blog inspirado no Amor e na Sabedoria. Indicações de Leitura; Música; Arte e tudo o mais com o que Deus contemplou a Humanidade: "Disse Deus: Haja luz e houve luz." - "Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...» (Rubem Alves) JESUS ALEGRIA DOS HOMENS
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
CRÔNICAS POSSÍVEIS - JANAÍNA - BIQUÍNI CAVADÃO
E já na hora de ir pra cama, janaina pensa
Que o dia não passou
Que nada aconteceu
Janaina é passageira
Passa as horas do seu dia em trens lotados
Filas de supermercados, bancos e repartições
Que repartem sua vida
Mas ela diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos
Ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz
Ela diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos
Ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz
Se deus quiser.....
Janaina é beleza de gestos, abraços,
Mãos, dedos, anéis e labios
Dentes e sorriso solto
Que escapam do seu rosto
Janaina é só lembrança de amores guardados
Hoje é apenas mais uma pessoa
Que tem medo do futuro- que aconteceu ? -
Se alimenta do passado
Mas ela diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos
Mas ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz
Diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos
Ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz
Se deus quiser.....
Já não imagina
Quantos anos tem
Já na iminência
De outro aniversário
Janaina acorda todo dia às quatro e meia
Já na hora de ir pra cama, janaina pensa
Que o dia não passou
Que nada aconteceu
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Um texto muito bom
quarta-feira, 21 de março de 2012
http://sobreeducacao.blogspot.com.br/2012/03/o-lider-da-classe.html
O Líder da Classe
Brad Cohen é o personagem
central do filme "O Líder da Classe". O verdadeiro Brad convive com
sua companheira - como refere-se no filme - a Síndrome de Tourette, desde os
seis anos de idade. Vive hoje em Atlanta, é casado com Nancy, mantém uma
associação para pessoas com a síndrome e faz o que lutou uma vida inteira para
concretizar: Ser professor.
Leve, engraçado e uma grande
lição de vida e persistência. Assim é o filme. Brad nunca foi vítima da sua deficiência.
Do contrário. Usou a síndrome para criar, desde muito cedo uma filosofia de
vida, dedicando a maior parte do seu tempo perseguindo um ideal.
Vygotsky em seus escritos
sobre Defectologia e Compensação teoriza que existem dois tipo de deficiência.
Uma, a deficiência primária, de causa orgânica; outra, secundária, sendo esta,
medida socialmente e remetendo ao fato de o universo cultural estar construido
em função de um padrao de normalidade.
A teoria focaliza a distinção
entre estas
concepções, enfatizando a deficiência orgânica enquanto diferença, como um
signo da humanidade; enquanto a secundária, como grande limitadora do
indivíduo. Para ele, em grande parte das vezes, " As consequências sociais
do defeito acentuam, alimentam e consolidam o próprio defeito".
O defeito
tratado na teoria de Vygotsky, é assim compreendido como uma invenção social. O
desenvolvimento da criança com deficiência não está condicionado apenas ao
fator orgânico, mas, fundamentalmente à forma como a deficiência é significada
pelo grupo social do qual faz parte. Assim, o déficit orgânico da deficiência
torna-se subordinado às ações culturais. Como resultado e em decorrência dessse
olhares, consolidam-se ações que poderão, ou serem adequadas, ou empobrecer o
processo de desenvolvimento destes sujeitos.
O filme ilustra de forma muito
pontual essa fala. Não é a deficiência que limita Brad, é a forma como é
significada pelas pessoas. A deficiência cria nele um desejo que funciona como
elemento propulsor, uma espécie de compensação. No entanto, seu desejo esbarra
em um contexto social que não vê possibilidades, que inviabiliza, que não cria
caminhos alternativos. Sua deficiência é limitante, não porque o seja nas suas
condições orgânicas, mas sociais. Brad é visto como deficiente, portador de uma
síndrome que de modo generalizante incapacita e limita o sujeito a atuar de
forma ativa e eficiente no seu espaço. Para as pessoas Brad não tem
personalidade, não tem nada que o diferencie de outras pessoas com deficiência.
Brad não é outra coisa senão sua síndrome. A
reação subjetiva aos limites inerentes à deficiência e o lugar que ocupa essa
condição na totalidade de suas características são desconsideradas.
Se tivesse que sintetizar a
trama em uma frase escolheria a de Rubem Alves: O que muda não é a diferença.
São os olhos.
A realidade não é algo fixo,
estático e imutável. A realidade é dinâmica. E pode ser só uma ilusão.
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Alguém Muito Especial 1987 Dublado parte 1
Sinopse e detalhes.
Keith Nelson (Eric Stoltz) é um jovem que sonha em ser pintor, apesar de seu pai, Cliff Nelson (John Ashton), ter decidido que ele vai para a faculdade. Paralelamente Keith fica fortemente atraído por Amanda Jones (Lea Thompson), a garota mais popular do colégio, que namora Hardy Jenns (Craig Sheffer), que é rico e gosta de se exibir. Querendo conquistar Amanda, Keith pede ajuda a Watts (Mary Stuart Masterson), sua melhor amiga, sem reparar que ela está perdidamente apaixonada por ele. Enquanto Watts estimula Keith em uma insensata tentativa de impressionar Amanda, surge um outro obstáculo: Hardy, que além de orgulhoso é covarde. Ele articula um plano com seus amigos para darem uma surra em Keith, quando ele e Amanda forem juntos em uma festa na sua casa. Para esta noite Keith gastou o dinheiro da faculdade comprando uma cara jóia para Amanda. Acompanhando tudo isto de perto, a apaixonada Watts sofre o tempo todo.
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